6 de ago de 2016

Feminismo e Moda


Olá meus amores!

Não sei se vocês repararam, mas de uns tempos pra cá, venho trazendo pro blog posts um pouco fora do assunto "Stardoll", mas que tocam em pontos importantes do mundo da moda que acho legal que vocês parem e pensem "Puts, eu não tinha me atentado pra isso", porque acho que o SVD não deve ser só um blog que deixe vocês informados sobre o que está rolando naquele mundinho à parte, mas que os incentive a ter consciência crítica dentro e fora dele. Então, antes de começar realmente a matéria, gostaria que escrevessem lá nos comentários se gostam de ler posts desse tipo e de quadros como o "Armário Cápsula" e o "Diário de uma NSS" que tem o intuito de fazê-los refletir sobre alguns temas importantes, ok? Isso é essencial para que eu possa ver como está o feedback do público.


Agora sim, vamos ao post de hoje que vai mostrar um pouquinho sobre como o Feminismo e o Empoderamento Feminino andam lado a lado com a moda.


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Que a moda muitas vezes foi capaz de criar padrões excludentes nós já estamos cansados de saber, no entanto, não podemos negar que ela também já foi uma grande aliada quando o assunto é Empoderamento Feminino.

Se hoje em dia as mulheres têm direito ao voto, podem trabalhar e conquistam posições de liderança, tiveram de lutar E MUITO por isso. No século XIX isso não acontecia nem em sonho. As mulheres eram submetidas a usarem espartilhos embaixo de enormes vestidos cheios de enchimentos, um padrão estabelecido que não pensava se poderiam ter costelas comprimidas, respiração afetada e dores, muitas dores, para ter aquela cinturinha.

Mudanças que ocorriam na anatomia da mulher devido ao uso de espartilhos.

O primeiro estilista que se atreve a tentar mudar essa realidade dos espartilhos foi Paul Poiret, que propôs vestidos mais leves e soltos que deixavam a mulher mais livre.


Logo depois, em 1919, veio a DIVA Coco Chanel e deu mais um grande passo à favor das mulheres, incluindo o tweed, as listras, as jaquetas com corte reto e também as calças ao guarda-roupa das mulheres, o que foi um escândalo pra época, mas que pra nós no século XXI é super normal. Ahh e além disso, nossa queridinha Coco também criou aquela famosa bolsa tiracolo em 1955 para que as mulheres pudessem ficar com as mãos livres. Ela pensou em tudo, né?



Maaas no fim da década de 40, a preocupação que tomou conta das mulheres, que deixaram o luxo de lado para se dedicar à guerra, ficou um pouco de lado. Foi aí que Christian Dior lançou uma coleção com luvas, roupas acinturadas e o famosinho tailleur, mostrando que a sofisticação estava de volta.



Nos anos 60, os anos rebeldes, a moda feminina também entrou na onda. Se as mulheres começaram a se desprender dos padrões, as vestimentas delas tinham essa mesma intenção, por isso foi aí que surgiram as primeiras saias mais curtas e que a moda ficou um pouco mais colorida.



E sabem a nossa amada calça jeans? Ela só se tornou popular nos guarda-roupas femininos nos anos 70, antes esse item indispensável era exclusivo do gênero masculino. E reparem que nessa época as mulheres usavam roupas mais soltas o que possibilitava que ficassem mais à vontade.

Resultado de imagem para moda anos 70 feminina

A década de 80 foi a década das ombreiras. Aqueles "enchimentos" na altura dos ombros foram inventados lá nos Estados Unidos e representavam o poder feminino na política e também no meio profissional, tanto que essa tendência foi chamada de "power dressing".



Chegando aos anos 90 e em nossa realidade atual, a moda ficou bem mais liberal. Hoje shorts estilo hot pants, roupas que deixam o sutiã à mostra, transparência estão presentes em nossos looks diários, o que é muito bom, pois representa o progresso.



Evoluímos? E tanto! Porém, hoje em dia o maior desafio é mudar a mente das pessoas para que elas aceitem que a mulher tem de se vestir como ela quiser, e que o seu "poder feminista" também está no guarda-roupas.

7 comentários:

Monique Santos disse...

Curti a matéria ;-)

Stardoll PinkVivianny disse...

Sei não, muito abrangente essa questão...

Débora Silva disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Débora Silva disse...

Eu gosto sim das matérias que saem do mundinho statdolino, proncipalmente quando traz informação de moda e tendência. Eu acho que a evolução da roupa é maravilhosa, tanto para homens que até usam saia, quanto para mulheres que usam o que querem. Porém na minha visão, muitas se expõem demais, se vestem com shorts tão curtos que parecem estar de calcinha andando dentro de casa. Acho que o feminismo já teve ideais mais relevantes do que querer mostrar a poupa do bumbum sem que ninguém deva olhar

Livia1606 disse...

Gosto de posts e quadros como estes sim Juh.
Aliás, esse tem sido o diferencial do SVD, porque nos prende e desperta a vontade de interagir.

Adorei a matéria, informação nunca é demais. E adorei também a forma como você a trouxe, bem sintetizada, nada de leitura maçante.

Concordo que a mulher tem de se vestir como ela quer, sem ser escrava de estereótipos. O principal é se sentir bem e confortável.
Porém, tudo dentro do bom senso. No caso me refiro aquelas que confundem sensualidade com vulgaridade.

Luana Cazarin disse...

Eu particulamente adoro ler esses tipos de post.... e acho ssm q devemos nos informar tambem sobre a moda ao mundo a fora... bjss

Bebel disse...

Eu gosto muito desses post que trazem coisas fora do Stardoll, as matérias são muito bem elaboradas, e os assuntos sempre são interessantes.

Adorei ver a evolução da moda feminina, acho que cada mulher deve poder se vestir como bem entender, mas como a Lívia e a Débora disseram, dentro do bom senso, claro